Mostrar mensagens com a etiqueta Concerto. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Concerto. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Hello Lisbon, we are the Kaiser Chiefs!

Foi esta a frase mais proferida ontem por Ricky Wilson, num coliseu de Lisboa completamente rendido à música do grupo britânico. Durou pouco mais de hora e meia um concerto que fez saltar todos os presentes do primeiro ao último minuto, entoando todos os clássicos da banda, e mesmo os temas do novo álbum Off With Their Heads, num turbilhão de energia promovido pela banda de Leeds.


No entanto nunca é demais destacar o animal de palco que é Ricky Wilson, tornando os Kaiser Chiefs numa banda poderosissima em cima de um palco. Com uma presença fora de série, saltos impressionantes e uma excelente capacidade de interacção que deixou todos os fãs na palma das suas mãos, o concerto estava claramente ganho desde os primeiros acordes de Spanish Metal, música com que arrancou a actuação.


A partir daí é de destacar Everyday I Love You Less and Less, Never Miss a Bit, I Predict a Riot, Angry Mob e Oh My God como os pontos altos da noite. A banda despediu-se de um Coliseu com vontade de ver mais hora e meia de Kaiser Chiefs, mas com uma promessa de retorno lá para o verão... certamente em mais um festival.


Set List - Spanish Metal, Everyday I Love You Less and Less, Everything Is Average Nowadays, Heat Dies Down, You Want History, Ruby, Thank You Very Much, Good Days Bad Days, Na Na Na Na Na, Modern Way, Half The Truth, Never Miss a Beat, I Predict a Riot, Take My Temperature, The Angry Mob, Tomato In The Rain, Can't Say What I Mean e Oh My God.

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Metallica Live @ Super Bock Super Rock

Ecstasy of Gold + Creeping Death



For Whom The Bell Tolls



One

domingo, 1 de julho de 2007

Lisbon, Metallica Loves You

Na passada 5ª-feira finlamente assisti a um concerto que há muito desejava ver - Metallica. Na 13ª edição do Super Bock Super Rock o primeiro dia foi dedicado aos sons pesados. Dominavam as T-Shirts pretas e a atitude metal era mais que evidente que estava no ar. Cheguei pouco depois das portas abrirem, pouco depois das 3h da tarde. Rapidamente fui dar uma volta ao recinto e comprar uma t-shirt dos grandes Metallica. Finalmente tinha a indumentária completa para o dia. Ao soar dos primeiros acordes dos Men Eater, ainda longe do palco, percebi que aquilo não era concerto para mim, pois só se ouviam berros. Acabei por chegar mais perto do palco quando me apercebi que a actuação dos portugueses More Than A Thousand estava a começar. Vi-os pela 2ª vez e voltei a gostar do concerto, agressivo e aguerrido, conseguindo agarrar o público presente, ao contrário da banda seguinte. Blood Brothers, uma banda com 2 vocalistas de voz esganiçada, aos quais só consegui ouvir 2 músicas.

A partir daqui começaram os concertos a sério. Mastodon deram um grande concerto. Com um concerto consistente e recheado de bons momentos. Foi uma hora de boa música que claramente podia ter sido mais duradora, pois o público demonstrou que estava a gostar e queria mais desta banda que é apontada como o futuro do Metal. Depois seguiu-se a hora de jantar... daí que só assisti ao final do concerto de Stone Sour. Depois foi a vez de Joe Satriani. Confesso que estava expectante com este concerto, uma vez que pensei que pudesse ser enfadonho ouvir apenas música instrumental durante pouco mais de uma hora. Mas enganei-me por completo. Satriani encheu o palco com as suas 6 cordas e revelou que é literalmente um sobredotado com uma guitarra nas mãos. O público colaborou muito e a ânsia de ver os Metallica não prejudicou o penúltimo concerto da noite

Com o final da actuação de Satriani e o aproximar da hora de inicio do espectáculo da noite crescia a ansiedade... e também o desespero, uma vez que os Metallica só actuaram meia hora depois da hora prevista. Mas sem dúvida que valeu a pena a espera. Com o arranque dos primeiros acordes da Ecstasy of Gold as hostes animaram-se e rapidamente explodiram com o arranque do Creeping Death. Foi arranque de um concerto fabuloso, com os Metallica claramente felizes por estarem de volta aos palcos. For Whom The Bell Tolls chegou para homenagear o eterno Cliff Burton, que mereceu uma ovação de todo o público presente no recinto. A partir daí foi um desfilar de clássicos dos Metallica, revisitando grandes músicas que marcam o passado da banda. A excepção foi apenas The Memory Remains, que pertence à era mais recente do álbum Reload. James Hetfield incentivou sempre o público com vários Hoorahs e disse ainda para mim a frase da noite e que deu o título a este post. A verdade é que não são só os Metallica que amam Lisboa, Lisboa também ama os Metallica e o público ficou rendido com toda actução da banda. Mas para mim o momento da noite surgiu nos encores, com a execução do tema One. O cenário de guerra de que a música trata foi retratado por um espéctaculo pirotécnico que deixou tudo de queixo caído. E até ao fim foi sempre a rasgar, com um fabuloso Enter Sandman, a cover de Am I Evil? (completa) e Seek and Destroy. Os Metallica despediram-se com Lisboa a seus pés, tendo prometido volta num espaço curto de 3 anos. Vemo-nos de novo aí.

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Pearl Jam @ Oeiras Alive07

Better Man

Eddie Vedder em português

Daughter

Crazy Mary

domingo, 10 de junho de 2007

Alive... 2 de dias de música fenomenal

Cheguei ao recinto no dia 8 às 16h, ainda as portas não estavam abertas. A confusão para entrar era grande e saltava à vista o confronto de gerações nesse dia. De um lado os mais novos, cheios de garra para ver Linkin Park e do outro, uma geração mais velha, mais calma, pronta para assistir a mais um concerto dos seus Pearl Jam. O dia prometia muito e sem dúvida que não defraudou nem uns, nem outros. A loucura em frente ao palco cedo se instalou, na busca do melhor lugar em frente ao palco, para os concertos da noite. A tarde abriu com The Used, com o seu estilo vincado de punk-rock, que conquistou os presentes pela sua energia e persistência. Depois vieram Blasted Mechanism, num concerto muito bom com a onda "Sound in Light" a provar que é capaz de fazer dançar todo um festival que já se encontrava muito bem composto. A música dos portugueses cativou muita gente e foi uma excelente abertura para as 2 bandas da noite.

A seguir, Linkin Park. Confesso que fui ver este concerto a medo. Não é uma banda de que goste, nem perto disso. Mas ía com a esperança de ser surpreendido com a sua energia e a sua mistura de estilos. Digamos que prometeu, mas as expectativas sairam furadas. A capacidade de comunicação com o público é de facto um grande trunfo e a energia de Chester Bennington é brutal... mas a banda tem mais 5 elementos e parece-me que o resto do grupo não o consegue acompanhar. O concerto teve bons momentos e tem nota claramente positiva, mas aquela sequência de músicas calmas para mim matou o concerto.

A fechar a noite... o ponto alto, Pearl Jam. Mais uma vez mostraram porque são uma das melhores bandas do mundo, arrancando um concerto muito bom, em ritmo de Best of. Eddie Vedder voltou a estar em grande, falando quase sempre em portugues com o público através de uma cábula que tinha com ele, juntamente com a tradicional garrafa de tinto. De destacar as frases: "We've travelled 16 hours to move accross the street", quando comparava Seatle a Lisboa, e a frase da noite... "Que se f*** Madrid" no seu português com sotaque de Seatle, após ter dito que na noite seguinte iriam tocar na capital espanhola. De se notar que o recinto estava cheio de espanhóis que não devem ter achado muita piada, ao contrário dos muitos portugueses que se riram alto e bom som. Quanto ao alinhamento, foi composto por - Interstellar Overdrive, Corduroy, Do The Evolution, World Wide Suicide, Animal, Elderly Woman Behind The Counter In A Small Town, Severed Hand, Even Flow, Big Wave, Daughter, State Of Love And Trust, Life Wasted, Alive, Given To Fly, Why Go, Better Man, Crazy Mary, Rearviewmirror, (Encore), Black, Rockin' In The Free World, Yellow Ledbetter. Muitos momentos altos, destacando o Better Man, cantado no seu inicio a uma só voz com Eddie Vedder calado (um momento Youtube).

Quanto ao segundo dia, acabou por ser uma borla que tive pois não contava lá ir... e valeu bem a pena. Só vi os dois grandes concertos do dia. Primeiro White Stripes, onde Jack White deu um concerto fantástico acompanhado da sua irmã Meg. Ela marcava o ritmo e ele fazia a festa. É impressionante como apenas 2 músicos conseguem encher um palco daquela forma. Obviamente que Seven Nation Army a fechar o concerto e entoado por todos os presentes, foi o corolário (sempre sonhei escrever esta palavra aqui) de uma actuação 5 estrelas. Depois Smashing Pumpkins, certamente que 90% dos presentes foram por causa deles. O regresso do carequinha Billy Corgan ao nosso país foi muito bom. Com a chuva que caía a espaços a tornar alguns momentos em pura magia. Foi um concerto muito bom, onde Jimmy Chamberlain revelou o seu papel fulcral em solos fantásticos. O final do concerto foi também depois de um solo, que foi sem dúvida muito bom, mas um pouco vago demais para final de concerto.

domingo, 13 de maio de 2007

O balanço de uma semana louca

Loucamente divertida, é o que posso dizer desta semana de borga, concertos, espirito académico e muita festa. Começou logo segunda pela Queima das Fitas... 2 dias em Coimbra muitíssimo bem acompanhado e muito bem recebido (Obrigado Carol!). Logo um jantar bem regadinho, com "tudo à descrição, mas com limites", seguido de um concerto dos Xutos muito animado e uma caminhada de uma hora sempre a subir, às 7 da manhã pelas ruas de Coimbra. 3ª começou com um almoço nutritivo no Macdonald's por volta das 17h, acompanhado pelo Cortejo... onde a frase da tarde foi "OH VITOR, FAZ QUALQUER COISA VITOR!" e ele bem fez que eu sei. A noite foi louca de novo, com mais um jantar super animado, onde comemos bolo de uma caloira aniversariante de 28 anos da mesa da frente. Os concertos... não os vimos, a música da tenda estava gira e nem nos lembrámos do Quim Barreiros.

4ª foi o dia de acalmia, do regresso a Lisboa, com o pequeno almoço às 14h e o almoço outra vez às 17h... já estava a criar rotina. 5ª vem depressa, com a primeira e última aula da semana e logo às 8 da manhã, um crime. À noite... que louca noite, o jantar foi magnifico, bem regado, até com cafézinho. Depois a gala, de volta à Capital, onde sempre deveria ter sido. O grupo era exemplar, a nata da nata dos 2 cursos estava presente, deu para dançar, cantar, acertar agulhas sobre águas passadas e até para agredir quem tanto gosto... "Ana, mil perdões, eu juro que foi sem querer", e no final aquela nostalgia marcou-me. Para finalizar, 6ª fui mostrar a faculdade à minha maninha, e apresentar-lhe o que poderá ser a sua futura casa... foi giro vê-la a conjecturar sobre o seu futuro. À noite Semana Académica de Lisboa, Oioai para aquecer, Tara Perdida para ver os putos curtir e finalmente Xutos na barra, bem ao meio, parecia que estavam a tocar só para mim, num concerto fantástico, bem melhor que o de Coimbra, e tudo graças ao público. A minha irmã fez 17 aninhos no virar da meia noite, não se calava o telémovel, só faltava os Xutos terem tocado os parabéns para ela.

Obrigado a todos por esta semana. Foi fenomenal... agora vou ter de cair na real. Vem aí Finanças... Vêm aí os Exames.

PS: Se alguem ler isto de principio ao fim é o meu herói.

sexta-feira, 27 de abril de 2007

Foo Fighters - As duas faces da genialidade

In Your Honor (Live @ Hyde Park)

Everlong (Acoustic version - Live @ Toronto)

terça-feira, 6 de março de 2007

Incubus... primeiro concerto do ano serviu de aquecimento

Já os tinha visto em 2002, também no atlântico num concerto fabuloso. Por isso mesmo as expectativas eram algo elevadas e infelizmente não corresponderam. Desde logo a primeira desilusão foi verificar que o Atlântico estava a meio da sua capacidade, com o palco muito chegado para a frente. Ainda assim o público presente foi insuficiente para esgotar a lotação, deixando as bancadas bem despidas de público, por oposição à plateia, que estava até bem composta.

O concerto em si foi jeitosinho, mas nada de especial. O público dominante eram petizes com menos de 16 anos. Talvez por isso se começou às 21.15h e às 23h decidiram acabar, a fila de carros dos papás à porta já devia ser jeitosa. Mas a grande falha para mim foi não tocarem o Pardon Me, uma desilusão autêntica, se bem que compreendo que é complicado tocarem todas as que queria, numa banda que conta já com 6 álbuns editados. No entanto tocaram a grande maioria das músicas do novo álbum, o que até foi bom, apesar de se notar que o público não conhecia assim tão bem algumas músicas.

Se não me falha a memória o alinhamento foi: Quicksand; A Kiss To Send Us Off; Wish You Were Here; Have You Ever; Anna Molly; Paper Shoes; When it Comes Redefine (Remix); Drive (Acoustic); Earth To Bella 1; Under My Umbrella; Light Grenades; Sick, Sad, Little World; Dig; The Warmth; Pendulous Threads; Pistola; Megalomaniac.

Em suma foi 1.30h bem passada, mas o Incubus podem e sabem fazer melhor que isto...

sábado, 3 de março de 2007

Metallica em Portugal

Está confirmadissimo. Os Metallica vêm pela 5ª vez a Portugal, desta feita no dia 28 de Junho em mais uma edição do Super Bock Super Rock. Este espectáculo será, em principio, o primeiro da nova digressão da banda pela Europa, intitulado de "Sick of the Studio", tal como indica o site da banda. Os bilhetes para um dia custam 40€ e para 4 dias (os restantes dias são 3, 4 e 5 de Julho) custam 78€.

Este ano está a ser fabuloso em termos de concertos. Na próxima 2ª-feira dia 5 começo com Incubus no Atlântico, depois certamente que vou ao Alive ver Pearl Jam e Smashing Pumpkins e tenho ainda de ir ver pela primeira vez os Metallica. Para ser perfeito perfeito perfeito... só faltam mesmo os grandes Foo Fighters.